literatura, história, filosofia & outra aula qualquer

Toda a gente morre e ninguém quer morrer. Eu não sou gente, sou ninguém. Quem é o pai de Deus? Forca ou galo? Morte. Bebe chá. Canta-me canções de dormir e mata-me se seguida. De qualquer forma, quem desejaria morrer? A morte sabe a cereja. Deve ser bandido. Sexo tântrico é a nova comida sem sal. Um bife de dedo mindinho. São coisas. Três ovos partidos contra a parede não fazem uma nova pintura. Não é suficientemente sujo para a minha mente. O ar é venenoso. Viver mata. Não vivas, come caranguejo. Blábláblá, Igreja. Os animais sabem bem. Os pretos não têm língua e os brancos não têm cérebro. Banalidades não me matam a fome. O pior cego é o cego analfabeto. Cala-te, lunático! Que a vida me foda e que o desejo me morda o clitóris. São só estrelas. Votem. Rasga-me a pele e eu rasgo-te a alma. Somos uma alface. Que te apodreçam os dentes e que te caia a língua. Vira-latas. A procrastinação também mata. És lindo e eu míope. Hoje não e amanhã não também. Respirar debaixo de água dói? As pessoas são miragens. Um bocadinho de soberania não serve para nada. Um, dois, vida. Perdeste. Tu não percebes nada. A vida há-de masturbar-me numa qualquer borda de estrada. Come o teu cérebro. Opressão. Somos todos nazis. Extremamente inteligente é mito. Deus. Vida. Perfeição. Morte.
blog? São ensaios cegos, lúcidos, físicos & metafísicos. É uma mente deteriorada e uma mão cansada. Ou incansável. Relógios parados. E sangue? (...) Mas sobretudo perda de tempo. E possivelmente mais qualquer coisa. Não sei. Incerteza também.

yeah, thanks

© 2010, Luna